Taxonomia (do Grego verbo τασσεῖν ou tassein = “para classificar” e νόμος ou nomos = lei, ciência, administrar), foi, uma vez, a ciência de classificar organismos vivos. Algum tempo depois, a palavra passou a ser utilizada com um sentido mais abrangente, podendo aplicar-se a uma das duas, classificação de coisas ou aos princípios subjacentes da classificação.
Atualmente, esta é (ou pelo menos deveria ser) uma das práticas fundamentais quando lidamos com grandes projetos web. Classificar conteúdo de forma criteriosa é fundamental para que se leve a informação aos internautas com clareza, e de forma acessível. Também permite fazer estruturações de conteúdo mais eficientes, pois para estruturar é necessário criar a estrutura, e uma correta classificação do conteúdo permite prever formas de estruturação de conteúdo mais eficientes.
Bom, se ter conteúdo classificado de forma criteriosa é UX, sem comentários, pois não podemos esquecer que estamos na era da informação. Taxonomia é UX, sem dúvida.
Coloquei neste post uma apresentação do slideshare cujo título, Taxonomy is UX, simplesmente já diz tudo.
Dica bacana do arquiteturadeinformacao.com
Para ver link original, acesse o link do post do arquitetura da informação.com


